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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Trilogia Cosmica Aquela Força Medonha 2


Desta vez, Ransom encabeça a luta de um grupo de pessoas contra forças totalitárias, que trabalham amparadas por uma instituição tecnológica chamada N.I.C.E. e que desejam dominar a Terra. Finalmente, a vitória chegará com o reaparecimento e a intervenção de um surpreendente Merlín. Nesta novela, a mais extensa da trilogia, embora contenha muitas idéias e cenas magníficas, também falta controle narrativo: Lewis carrega a mão na apresentação negativa dos malvados e, sobretudo, tornou por demais complexa a história, que além de depender da leitura das novelas anteriores da trilogia, também contém muitas referências mitológicas e literárias.
Mesmo não tendo alcançado a qualidade dos volumes anteriores, também revela as qualidades de C. S. Lewis: originalidade, capacidade imaginativa, sabedoria literária, solidez intelectual. Por isso, apesar de suas falhas, é uma novela que merece ser conhecida. Basta ver que outros autores que têm tentado abordar em suas novelas teses na mesma linha de teologia-ficção, estão muito longe dos conhecimentos filosóficos e teológicos do autor, além de não terem facilidade para igualar sua preparação específica e seu talento para expor as coisas com brilhantismo e clareza, não alcançando nem de longe sua altura e sua coerência.

Trilogia Cósmica Aquela Força Medonha I


Desta vez, Ransom encabeça a luta de um grupo de pessoas contra forças totalitárias, que trabalham amparadas por uma instituição tecnológica chamada N.I.C.E. e que desejam dominar a Terra. Finalmente, a vitória chegará com o reaparecimento e a intervenção de um surpreendente Merlín. Nesta novela, a mais extensa da trilogia, embora contenha muitas idéias e cenas magníficas, também falta controle narrativo: Lewis carrega a mão na apresentação negativa dos malvados e, sobretudo, tornou por demais complexa a história, que além de depender da leitura das novelas anteriores da trilogia, também contém muitas referências mitológicas e literárias.
Mesmo não tendo alcançado a qualidade dos volumes anteriores, também revela as qualidades de C. S. Lewis: originalidade, capacidade imaginativa, sabedoria literária, solidez intelectual. Por isso, apesar de suas falhas, é uma novela que merece ser conhecida. Basta ver que outros autores que têm tentado abordar em suas novelas teses na mesma linha de teologia-ficção, estão muito longe dos conhecimentos filosóficos e teológicos do autor, além de não terem facilidade para igualar sua preparação específica e seu talento para expor as coisas com brilhantismo e clareza, não alcançando nem de longe sua altura e sua coerência.

Trilogia Cósmica - Perelandra

Na segunda novela, o destino de Ransom é Vênus, ou Perelandra, onde de novo se encontra com Weston. Enquanto este tenta convencer a Dama a, como uma segunda Eva, desobedecer à ordem recebida de Maleldil, o Criador, Ransom procura evitar isso. Acontecem muitos combates, primeiro dialéticos e em seguida físicos, entre os dois, em que discutem questões morais e nos quais, por exemplo, Ransom descobre para que nos foi dado o ódio.
Perelandra era a novela preferida de Lewis, depois de “Enquanto não temos rosto”, e, sem dúvida, nela brilham ao máximo a riqueza e precisão de sua linguagem, mas também, de um ponto de vista estritamente novelesco, sobram alguns exageros descritivos, apesar de magníficos por si mesmos.

Trilogia Cósmica I - Além do Planeta Silencioso


Um malvado cientista chamado Weston seqüestra o insigne doutor Ransom e o envia, contra a sua vontade, para o planeta vermelho de Malacandra. Ali o aguarda um triste fim: converter-se na vítima de um sacrifício.
Entretanto, uma vez em Malacandra, Ransom consegue escapar de seus captores e descobre que se encontra em Marte, um mundo povoado por seres inocentes e sem pecado, que vivem em harmonia com o resto dos mundos do Campo da Árvore, o sistema solar, amparados pela benéfica influência do Criador, Maleldil e que nunca conheceram a maldade do oyarsa rebelde que vive em Thulcandra, a Terra, o planeta silencioso e isolado que não fala o idioma da Árvore.
Com esta novela foi introduzida a novidade na ficção científica de apresentar os habitantes de outro planeta como seres bondosos, e se aponta já a idéia dos universos paralelos, que Lewis usaria em seguida nas Crônicas de Narnia, muito antes de que fosse um tópico nas novelas do gênero.
De um ponto de vista popular é a novela mais atraente da trilogia por ser a mais tensa, o argumento é acompanhado com interesse e o autor consegue transmitir ao leitor o assombro diante dos descobrimentos de Ransom e o vaivém de sentimentos que o assaltam.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

As Crônicas de Nárnia: a Última Batalha - Vol. 7



À luz de uma enorme fogueira crepitante, a última batalha de Nárnia está prestes a acontecer. O rei Tirian, ajudado corajosamente por Jill e Eustáquio, terá de enfrentar os cruéis calormanos, num combate que decidirá, finalmente, a luta entre as forças do bem e do mal. Mas, com tantas dúvidas e confusão ao redor, conseguirá o rei Tirian manter-se firme na hora mais negra de Nárnia?

As Crônicas de Nárnia: a Cadeira de Prata - Vol. 6 (C.S. Lewis)



"Como se chega até lá?", perguntou Jill, tentando encontrar um jeito qualquer de fugir daquela escola horrível. "Do único modo possível", sussurrou Eustáquio, "por magia". Então deram-se as mãos e, concentrando toda a sua força de vontade para que algo acontecesse, viram-se de repente à beira de um alto precipício, muito acima das nuvens, na terra encantada de Nárnia. Assustada e confusa, Jill fica horrorizada ao ver Eustáquio perder o equilíbrio e cair. Imediatamente, porém, ela sente ao seu lado uma presença calorosa. Era o Leão.

As Crônicas de Nárnia: a Viagem do Peregrino da Alvorada - vol. 5



Lúcia e Edmundo, com seu odioso primo Eustáquio a tiracolo, embarcam numa incrível viagem de aventuras e descobertas, a bordo do imponente navio Peregrino da Alvorada. Rumo às Ilhas Solitárias, em busca dos sete amigos desaparecidos do pai do rei Cáspian, eles encontram um dragão, uma serpente do mar, um bando de criaturas invisíveis, um mágico e o próprio Aslam, o Grande Leão, que os presenteia com uma promessa muito especial.

As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian - vol. 4



Tempos difíceis abateram-se sobre a terra encantada de Nárnia. Os dias de paz e liberdade, em que os animais, anões, árvores e flores viviam em absoluta paz e harmonia, estavam terminados. A guerra civil dividia o reino, e a destruição final estava próxima. O príncipe Cáspian, herdeiro legítimo do trono, decide trazer de volta o glorioso passado de Nárnia. Soprando sua tromba mágica, ele convoca Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia para ajudá-lo em sua difícil tarefa.

As Crônicas de Nárnia: o Cavalo e Seu Menino - vol. 3



Ao saber que não era filho de Arsheesh, o pescador, o jovem Shasta decide fugir da cruel Calormânia. Na companhia do cavalo falante Bree, ele parte em direção ao Norte rumo a Nárnia, onde o ar é fresco e reina a liberdade. Em sua jornada pelo deserto árido, Shasta tenta imaginar o que estará esperando por ele adiante. Tudo parece tão vasto, desconhecido, solitário... e livre.

As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa - vol. 2



"Dizem que Aslam está a caminho. Talvez já tenha chegado", sussurrou o Castor. Edmundo experimentou uma misteriosa sensação de horror. Pedro sentiu-se valente e vigoroso. Para Suzana, foi como se uma música deliciosa tivesse enchido o ar. E Lúcia teve aquele mesmo sentimento que nos desperta a chegada do verão. Assim, no coração da terra encantada de Nárnia, as crianças lançaram-se na mais excitante e mágica aventura que alguém já escreveu.

As Crônicas de Nárnia: o Sobrinho do Mago - vol. 1



A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.